
02/08/10
Dinâmica Metodológica da Aula
19:30 - 20:30 - Boas-Vindas - MSN (através do grupo: Professores Blogueiros)
20:30 às 22:00 – BLOG (http://cursoblog2010unesp.blogspot.com/ )Apresentação e conhecimento da ementa e do programa do curso, bem como a apresentação da Rede de Blogs e suas potencialidades pedagógicas.
Exploração das ferramentas básicas do Blog, preenchimento do comentário referente aos perfis dos participantes do curso
Apresentação de alguns Blogs Matemáticos.
22:00 às 22:30 – MSN - Preparando o próximo encontro:
Leitura para a próxima aula: Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades - Profa. Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskulin - http://www.rc.unesp.br/serp/trabalhos_completos/completo7.pdf
Elaborar síntese sobre a leitura realizada com aspectos críticos e levantamento de questões polêmicas sobre a implementação das tecnologias informáticas na educação frente aos desafios das tendências atuais da sociedade e educação, trazendo o que o desenvolvimento tecnológico proporciona ao processo educacional, qual o papel do educador matemático diante das tecnologias e como aprender e ensinar em Comunidades.Disponível no Blog - Aulas
A síntese deve ser digitada no comentário do Blog do Curso: http://cursoblog2010unesp.blogspot.com/ (Aulas - Aula1) durante a semana
Eleição de dois alunos para mediar às discussões da próxima aula.- o papel dos mediadores é elaborar 2 questões (cada um) para conduzir o chat (através do MSN)
ATENÇÃO:
# Durante o curso os alunos devem elaborar a Proposta de um Plano de Aula, envolvendo a utilização dos Blogs como recurso pedagógico na Educação Matemática. Esse Plano de Aula será apresentado na última semana do curso (no Blog de cada aluno) para discussão no último encontro síncrono – 27/09/2010.
@ Leitura para a próxima aula (09/08/2010): Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades - MISKULIN, R. G. S.
Disponível em: http://www.rc.unesp.br/serp/trabalhos.html

Digitar a síntese crítica referente a essa leitura - identificar o Título e autor (nome completo) ( prazo máximo - 07/08/2010)
O artigo criado pela professora doutora Rosana Giaretta Sguerra Miskulin do Depto. de Matemática
ResponderExcluirna área da Pós Graduação em Educação Matemática da IGCE/UNESP/RIO CLARO deixa bem claro a necessidade do surgimento e construção de vários ambientes de aprendizagem colaborativa como contribuição para as atividades de ensino. Critica a concepção da educação sobre a forma tradicional, a qual é ainda vista nos dias de hoje mesmo em escolas e estabelecimentos educativos atuais. Enfatiza e diferencia as relações entre conhecimento e prática e cita trabalhos e trocas de informações entre professores e de professores para alunos, ou vice-versa. Particularmente, prefiro mais o conhecimento em prática, principalmente nas atividades de matemática pois estimula o aluno em contato com os fatos do dia a dia, sendo assim este processo de reciprocidade deve estar difuso em todos os meios sociais.
A intensificação e proliferação dos ambientes interativos nos leva a sermos os próprios criadores e investigadores de variadas práticas de aprendizagem e de ensino. A prof. Dra. estabelece que estando a tecnologia mais presente nos nossos dias, será mais fácil a manipulação ou simulação de fatos que nos levem a resolver facilmente alguns dos problemas do cotidiano, um desses seria a resolução de problemas como uma atividade de design, que também poderia ser uma forma produtiva de entendimento e participação dos alunos sujeitos do aprender a aprender, um exemplo seria a criação e trocas de mapas conceituais com professores.
Por fim, o uso de uma politica educacional pelas autoridades governamentais para este tipo de educação que se apresenta deve ser bem vinda desde que seja feita com seriedade e leve em consideração as experiências e participações dos que realmente tem o comprometimento devido.
Clarissa – texto da aula 1
ResponderExcluirO texto “Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades” de Miskulin em síntese defende o bom uso das tics no contexto escolar.
Descreve sobre três concepções de aprendizagens de professores que são: conhecimento-para-a-prática, conhecimento-em-prática e conhecimento–da-prática.
Penso que o verdadeiro educador deve estar sempre “antenado” para a teoria, pois sem ela, fica difícil realizar uma boa prática.
A autora vê na resolução de problemas uma atividade de “design” e explicaque são atividades de resolução de problemas, nas quais, a definição e
elaboração dos problemas e seus objetivos são criados, elaborados e construídos pelos próprios alunos em interação com o professor e
pesquisadores. Encontrar e definir o problema também é parte do “design”.
O aluno ao interagir, com um projeto delineado por ele e criado em uma situação de investigação e busca inserese em um processo
de “diálogo” com os elementos significativos do problema, de modo a elaborar estratégias próprias, levantar conjecturas, hipóteses e testálas matematicamente.
Mais adiante a autora relata de forma superficial as pesquisas que vem fazendo nessa área.
Ela afirma que a mediação do professor é fundamental, pois ele cria situações desafiantes em vários problemas intermediários que possibilitam aos alunos deslocaremse muitas vezes do problema principal, olhandoo e percebendoo, sob uma outra perspectiva,
possibilitandolhes a busca de novos caminhos, a constante reavaliação de suas estratégias e objetivos, enfim, envolvendose, cada vez mais, no processo de construção do conhecimento.
A autora finaliza lamentando que ainda em certas escolas brasileiras não existe as estruturas necessárias para este tipo de aula.
Síntese Crítica do texto “Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades” - MISKULIN, R. G. S
ResponderExcluirElaborado por Martha Regina Egéa Kleine
No texto, Miskuin destacado que é inconcebível que a Educação ainda seja abordada de forma tradicional, dado o avanço das tecnologias de comunicação e informação nos dias atuais. A nova dimensão do desenvolvimento tecnológico prioriza um novo conhecimento que o educador matemático precisa considerar para o desenvolvimento do pensamento criativo como aspecto da cognição humana. Questiona ainda sobre como o professor pode aprender no contexto do avanço da ciência e da tecnologia. Para Miskuin a interrelação do conhecimento e da prática pode ser desenvolvida em ambientes interativos computacionais como TelEduc, Internet, Inspiration e outros propícios à disseminação e construção do conhecimento.
A experiência citada por Miskuin no LAPEMMEC, Unicamp e no IGCE/Unesp/Rio Claro, possibilitou aos professores e alunos da pesquisa pressupostos teórico metodológicos para uma formação reflexiva, fornecendo uma visão crítica de como a tecnologia pode ser incorporada na prática de sala de aula. Aborda os aspectos positivos e negativos da “colaboração” (envolvimento espontâneo) e a “colegialidade artificial” (trabalhos regulados e obrigatórios) e cita a dificuldade de manter máquinas aptas para utilização nas escolas como dificultador da implantação da presente proposta.
A pesquisa está colaborando para uma possível reflexão crítica e redimensionamento das estratégias de ensino e métodos de trabalho com vista ao avanço tecnológico.
Resolução de Professores Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades
ResponderExcluirProf.Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskulin
Adriana de Bortoli
O texto aponta que as TICs implicam novas formas de conceber o conhecimento, de modo que não há lugar para os procedimentos tradicionais como forma de ensino e aprendizagem de conceitos matemáticos. Assim, o educador matemático posiciona-se repaginado frente a esse novo cenário da educação.
A proposta do artigo foi discorrer sobre a resolução de problemas como o elemento potencializador desse processo.
Também aborda a perspectiva teórica da formação de professores e distingui três concepções de aprendizagens de professores: conhecimento-para-a-prática: conhecimento acadêmico que são usados pelos professores em suas práticas; conhecimento-em-prática: conhecimento embutido nas práticas desses professores e conhecimento-da-prática: é a concepção de que saber mais sobre conteúdos, metodologias, recursos didáticos, entre outros, orienta o professor a desenvolver uma prática mais eficaz.
Esse conhecimento-da-prática é o conhecimento que ocorre nas salas dos próprios professores investigadores (aqueles que transformam suas salas de aula em locais de investigação). Cuja finalidade, é investigar suas próprias suposições, seu próprio ensino, suas próprias expectativas e anseios. E essa perspectiva não aponta uma investigação individualista, mas sim, propõe professores e outros, trabalhando em conjunto com a intenção de transformação do ensino.
Também é abordado no texto a Resolução de Problemas com uma Atividade de Design: que constituem em relacionar com problemas do dia-a-dia dos alunos, redefine procedimentos, afim, de desenvolver estratégias e proporcionar atividades exploratórias. Nesse contexto apresenta uma experiência com tais perspectivas juntamente com a utilização de ambientes computacionais.
Também ressalta que o ambiente proporcionou um trabalho colaborativo entre os participantes da pesquisa e aponta os ganhos.
A discussão também permeia sobre as dificuldades de contextos favoráveis ao uso desses ambientes computacionais, como os problemas de infra-estrutura.
Texto “Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades”
ResponderExcluirSíntese elaborada por Daiane Maria Basso
O texto, elaborado pela Professora Rosana Miskulin, traz uma reflexão sobre a utilização das TICs no contexto atual, e quão importante é seu uso nas escolas, principalmente na resolução de problemas, de forma que não podemos aceitar uma educação tradicional, pois esta já está ultrapassada.
Ela acredita que a aprendizagem do professor, para a utilização correta das TICs, pode ser desenvolvida em comunidades que explicitam três concepções: “conhecimento-para-a-prática”, “conhecimento-em-prática” e “conhecimento-da-prática”. Nesta investigação sobre a prática, considera-se que o professor poderá aprender transformando a sua sala de aula em um ambiente onde irá indagar e refletir sobre sua prática. Ele poderá criar situações nas quais os alunos transformam a informação recebida em problemas que serão resolvidos por eles mesmos, utilizando as TICs. Uma maneira seria uma atividade de “design” na comunidade do TelEduc, onde o aluno irá elaborar e definir o problema, interagindo com algo criado por ele, o que não se ajusta com a educação tradicional.
Destaca ainda que há diferenças entre a resolução de problemas e “design”, sendo que cada uma utiliza processos de depuração e estratégias diferentes.
Foi apresentada uma pesquisa realizada na UNICAMP, na qual a questão descrita pela professora foi “Investigar um processo de formação de professores que busca utilizar, de forma reflexiva e exploratória, ambientes computacionais no contexto do trabalho docente em
Matemática”. A pesquisa teve êxito, oferecendo, aos alunos e professores participantes, subsídios para uma formação reflexiva e crítica sobre a tecnologia.
O uso de outros programas na resolução de problemas também foram citados, como: E-TEAM, ISPIRATION (no qual se trabalha Mapas Conceituais), HagáQuê (onde são produzidas histórias em quadrinhos).
Em todas as atividades apresentadas, que foram realizadas nesses programas, notou-se o quanto é importante a mediação do professor para que o trabalho seja bem desenvolvido. E para isso, é necessário que ele tenha uma formação adequada ou domínio sobre as TICs. As comunidades, por exemplo, proporcionam muitos conhecimentos ao professor. Porém, ocorre também, que muitas vezes , a escola não possui a estrutura adequada. E isto dificulta, em muito, o desenvolvimento das atividades. Apesar dos problemas encontrados, destaca-se que é de fundamental importância a utilização das TICs, por proporcionar situações de aquisição de novos conhecimentos, de interação, onde é possível compartilhar, fazer investigações, para a construção de novas ideias.
O Texto Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades da Prof. Miskulin é iniciado ressaltando a necessidade da inclusão de uso das Tecnologias na sociedade em que estamos inseridos. O texto dá foco na resolução de problemas (como uma atividade de Design) como elemento potencializador de processos formativos de professores que aprendem e ensinam em comunidades.
ResponderExcluirNesse sentido, baseia-se em CochranSmith e Lytle (1999) trazendo a idéia de “conhecimento-da-prática” no contexto de “comunidades” de investigação e reflexão, numa possibilidade de aprendizagem colaborativa. Nota-se então nessa direção a pesquisa no LAPEMMEC relatada no texto, que tratou da inserção das TICs no processo educacional, de modo a proporcionar subsídios e elementos didáticos cognitivos para o design. Miskulin relatou sucesso no uso de determinados ambientes colaborativos, já que estes propiciavam nos participantes reconhecimento de conhecimentos quando necessária a representação de suas idéias, pois se construía e reconstruía diferentes registros de representação, possibilitando assim, novas estruturas de pensamento.
Impressões sobre o texto: Se mostra bem fundamentado teoricamente, enriquecendo bastante o leitor com as teorias que sustentam as idéias. No entanto relata pouco sobre as atividades que se propõe a apresentar a análise. Sendo assim, não fica claro para mim algumas circunstâncias de que permeiam a pesquisa, como por exemplo, idade dos alunos, condição de acesso a computadores, formação dos professores e principalmente metodologia (não digo pressupostos teóricos) de desenvolvimentos das atividades. Sem assim, enxergo no texto um retrato de possibilidades com um bom levantamento teórico.
Texto 1 - Graziele Rancan
ResponderExcluirAs tecnologias na educação estão cada vez mais presentes no cotidiano do professor e atualmente a simples memorização de algoritmos não mais satisfaz ou é aparentemente eficaz. A partir do momento que os professores aceitarem e receberem as tecnologias como algo “natural” na sala de aula, alguma mudança significativa poderá ocorrer no entusiasmo e conseqüente aprendizado dos alunos, tendo em vista que as tecnologias privilegiam o desenvolvimento do pensamento crítico no aprendiz e no educador. Claro que tudo isso deve estar atrelado à pesquisa e investigação em sala de aula; deve ser trabalhado o semi-concreto vinculado ao concreto. Juntamente a essa organização e planejamento, torna-se indispensável o trabalho com situações-problema nas atividades matemáticas, chamadas atividades de design, conforme a autora. Sendo assim, são desenvolvidas importantes e fundamentais habilidades como planejar, projetar, esquematizar, criar, inventar e executar. São atividades mentais que se desenvolvem quando se resolve problemas do dia a dia. Não se adequam aos currículos tradicionais de ensino, nos quais os alunos recebem os conteúdos elencados hierarquicamente, muitas vezes descontextualizado, fora do mundo real. Atividades de design são problemas do cotidiano do aluno, significativos, não segue etapas pré-definidas
Uma das possibilidades de implementação das tecnologias, principalmente nas aulas de matemática, se dá por meio do trabalho com comunidades virtuais, sendo um elemento potencializador vinculado à resolução de problemas. Dessa maneira, o professor pode transformar o seu trabalho num ambiente de investigação onde os alunos são seus parceiros de trabalho. São criados cenários de aprendizagem, em que narrativas e escritas em matemática são envolvidas em comunidades virtuais e a resolução de problemas está por trás de tudo isso.
Podemos então nos perguntar: nós, professores, estamos “abertos” à essas novas metodologias e meios de ensino Se sim, estamos conscientes de que isso é de real importância para a interação, colaboração e aprendizado dos alunos Estamos dispostos ao planejamento de atividades destinadas ao desenvolvimento de estratégias, pensamento crítico e a criatividade nos alunos, por meio da resolução de problemas
Vamos refletir sobre isso colegas... um abraço! =)
Texto: Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidade. de MISKULIN, R.G.S.
ResponderExcluirSintese: Angela Maria Góes.
No primeiro momento Miskulin destaca um comparativo entre o ensino tradicional, que prioriza a memorização de algoritmo,e o uso das tecnologias de comunicação e informação, que destaca o desenvolvimento do pensamento criativo.
A autora descreve sobre três concepções de aprendizagem de professores que são: conhecimento "para a prática"( conhecimento academico), conhecimento "em prática"( seu próprio conhecimento) e o conhecimento "da prática"( ser seu próprio investigador, construir e reconstruir ao final terá feito uma transformação das práticas). Nesta concepção acredita-se também que os professores podem criar na sala de aula contextos de ensino e aprendizagem por meio de resolução de problemas que pode ser chamado como uma atividade de design que pode ser criado, elaborado e construido pelos próprios alunos em interação com o professor através de projetos que são significativos para os alunos.
O professor para todas essas mudanças metodológicas e uso de novas tecnologias tem que estar em constante formação, pois será mais facil a manipulação ou simulação dos fatos.
A autora apresentou uma pesquisa realizada na Unicamp na qual a tecnologia está cada vez mais presente na utilização em sala de aula no desenvolvimento de conceitos matemáticos. Mostrou também o uso de outros programas na resolução de problemas como: E-TEAM, INSPIATION( mapas conceituais), HAgáQuê( produção de histórias em quadrinhos.
Notou-se o quanto é importante a mediação do professor para que o trabalho seja bem desenvolvido e concebido e que ele tenha domínio sobre as TICs porém, ocorre também, que muitas vezes, a escola não possui infra-estrutura adequada.
Síntese crítica do artigo "Resolução de problemas potencializando processos formativos de professores que aprendem e ensinam em comunidades", da Profa. Dra. Rosana Miskulin, feita por Helen Milene da Silva Santos.
ResponderExcluirO referido texto trata de processos da formação de professores que aprendem e ensinam em comunidades, enfatizando que a resolução de problemas é um elemento que potencializa essa formação.
Nesse sentido, discute-se a necessidade intrínseca da utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) de modo a possibilitar e facilitar esse processo.
Para esclarecer aspectos teóricos da formação de professores, a autora utiliza-se das distinções entre três concepções de aprendizagem dos professores (segundo Cochran-Smith e Lytle): conhecimento-para-a-prática (conhecimentos e teorias legitimados pela comunidade acadêmica para serem utilizados pelos professores da escola); conhecimento-em-prática (são aqueles advindos das práticas e reflexões que os próprios professores fazem sobre elas); conhecimento-da-prática (são aqueles nos quais os professores utilizam-se das salas de aula como locais de investigação, a partir de conhecimentos gerados por outros - do meio acadêmico - e, ainda, a partir do aprendizado colaborativo, em comunidades de investigação e/ou redes).
As experiências citadas pela autora têm, como eixo, a concepção conhecimento-da-prática a partir da resolução de problemas: atividades de design que relacionam-se com problemas do cotidiano dos alunos, problemas significativos e desafiadores.
Uma dessas experiências foi a pesquisa desenvolvida na Faculdade de Educação da Unicamp, que abordou aspectos teórico-metodológicos obre a inserção da tecnologia (TICs) no processo educacional, de modo a possibilitar aos alunos e professores uma visão crítica de como a tecnologia pode ser incorporada e utilizada no contexto da sala de aula no desenvolvimento de conceitos matemáticos.
Desse modo, os diversos ambientes educacionais utilizados para essa formação possibilitou aos professores o aprendizado crítico e a percepção das possibilidades de acrescentar as tecnologias às suas aulas, de modo a promover um aprendizado cada vez mais colaborativo e significativo.
Vale ressaltar, no entanto, a importância da pesquisa para que se colocasse "em pauta" a falta de infraestrutura das escolas de modo a impedir (ou dificultar) o trabalho dos professores com as tecnologias e instrumentos utilizados na pesquisa.
De acordo com minha percepção, por vezes, os professores que estão na academia, cercados por teorias e discussões importantes e pertinentes, não têm conhecimento da realidade realmente vivida pelos professores em sala de aula, não apenas me referindo a falta de estrutura de algumas escolas públicas, mas também a falta de autonomia dos professores em algumas escolas particulares (que o levam ao pensamento exaustivo no vestibular e cumprimento dos conteúdos, por exemplo).
Síntese crítica do artigo "Resolução de problemas potencializando processos formativos de professores que aprendem e ensinam em comunidades", da Profa. Dra. Rosana Miskulin, feita por Glaucia C.A.M. Maligeri.
ResponderExcluirA autora explora o tema de formação de professores através de continua participação em comunidades. É interessante perceber que o ser humano, de maneira geral, interage e aprende e as vezes, nós professores pensamos que estamos só ensinando, e esquecemos que é de extrema importância continuar aprendendo mais e mais, e as comunidades oferecem esse aprendizado teórico-pratico com muita propriedade e facilidade. É interessante ver que as TIC vem a favor da aprendizagem, porém é preciso estar preparado para entendê-la e utilizá-la a esse favor. As experiências bem sucedidas apresentadas nos animam em acreditar que podemos tornar a matemática mais acessível aos alunos e também a todos que por ela se interessarem. São varias experiências bem interessantes, mostrando que a tecnologia pode ser inserida desde a educação infantil até o ensino superior.
É interessante também a idéia de design, uma vez que podemos utilizá-lo a favor de uma aula investigativa, colocando o aluno em situações que merecem sua atenção e seu raciocínio, principalmente se a problematização sair de suas inquietações. Quando propomos situações assim aos alunos, estamos ajudando a formar um futuro pesquisador, curioso, inquieto e sempre em busca das respostas, diferentes de muitos alunos que hoje só querem o que já está pronto, sem necessidade de pensar sobre o assunto.
É de extrema importância o professor reconhecer o seu papel e fazê-lo da melhor maneira possível, buscando inovações, saídas em continuada formação e saber que a sala de aula deve ser um ambiente favorável a aprendizagem de todos.
O texto da Profª Rosana Miskulin nos leva a duas reflexões, que considero relevantes: como usar as novas tecnologias e por que inseri-las no contexto escolar?
ResponderExcluirQuando pensamos como usar novas tecnologias, estamos pensando na formação do professor que deverá ir além do conhecimento teórico e sua respectiva aplicação,mas que deverá refletir sobre a sua prática. Nesse sentido, a Profª Miskulin cita em seu texto as autoras Cochran-Smith e Lytle, que abordam três tipos de conhecimento para processos formativos de professores: “conhecimento-para-a-prática”, “conhecimento-em-prática” e “ conhecimento-da-prática”, sendo que esse último tipo de conhecimento é o foco da pesquisa relatada no texto, porque se trata do conhecimento gerado dentro de comunidades de investigação. As comunidades de investigação são viabilizadas por meio de resolução de problemas, entendendo como resolução de problemas uma atividade de "design". Nessa atividade o aluno cria estratégias próprias, reavalia constantemente os objetivos, transpõe conhecimentos anteriores, fazendo uso de raciocínios abdutivos, indutivos e dedutivos. As atividades de “design” relacionam-se com problemas do dia-a-dia dos alunos. Para a resolução o aluno não segue etapas pré-definidas. Portanto, não faz sentido tentar implementar esse tipo de trabalho em um ensino tradicional.
A pesquisa atingiu seus objetivos, pois a utilização de novas tecnologias (E-TEAM, TelEduc, Inspiration, Internet) possibilitou a interatividade entre os participantes, alunos e professores, e a aprendizagem colaborativa na criação e resolução de problemas, gerando conhecimento matemático. Só pelo que foi acima exposto vê-se que se justifica inseri-las no ambiente escolar. Outro ponto importante também chama atenção: os alunos sentirem-se inseridos em uma comunidade virtual de aprendizagem matemática.
E por fim, a pesquisa também apontou problemas de infra-estrutura das escolas públicas, pois muitas delas não possuem computadores e/ou técnicos para manutenção, impedindo o trabalho com tecnologia na sala de aula.
O texto reforça o que penso a respeito da inserção de novas tecnologias na escola: não basta ter salas equipadas é preciso ter professores competentes para propiciar um ambiente de investigação e que assuma a postura de mediador na construção do conhecimento.
Síntese Crítica sobre o trabalho "Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades" da Professora Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskukin da UNESP-Rio Claro.
ResponderExcluirAcompanhamos um crescimento tecnológico de informação e comunicação (TICs) que se faz crescer novas perpectivas na Educação. O educador matemático tem a responsabilidade de transcender o mero processo mecânico de transmissão de informações, e relacionar sua prática a realidade do aluno, a Tecnologia vem favorecer esta aproximação.
A autora levanta um questionamento de como o professor pode utilizar as TICs relacionando a seus métodos de ensino, e fazendo uma aproximação da realidade do aluno? Durante o artigo ela abordará a resolução de problemas como elemento potencializador de processos formativos de professores que aprendem e ensinam em comunidades, relatando suas experiências e utilizando a resolução de problemas como uma atividade de Design.
Cochran-Smith e Lytle (1999), falam que existem três concepções da aprendizagem do professor: "conhecimento-para-a-prática", "conhecimento-em-prática" e "conhecimento-da-prática", baseando nas inter-relações entre o conhecimento e a prática. O "conhecimento-para-a-prática", são as estratégias de ensino, metodologias, conhecimentos elaborados pelas universidade para serem utilizados pelos professores, uma orientação de como estabelecer um melhor ensino para os alunos. O "conhecimento-em-prática", é o conhecimento estabelecido através da vivência em sala de aula, através de pesquisas e reflexões sobre sua prática. O "conhecimento-da-prática" é quando o professor utiliza sua sala como local de investigação intencional, assim aprendendo juntos com suas comunidades, colaborando para a transformação do ensino, e sempre renovação da sua prática.
A Resolução de Problemas com uma atividade de Design é uma atividade estudada por pesquisadores, em que o aluno tem a oportunidade de criar, avaliar, interagir, dialogar, sobre problemas, o qual estabelece estratégias, raciocínios abdutivos, tendo a oportunidade de delinear os problemas, objetivos, de acordo com sua visão, diferente da resolução de problemas por si só, utilizando o sistema TelEduc.
Ocorreram diversas experiências da utilização dos TICs no processo educacional, o qual a investigação permaneceu por toda a pesquisa, através de investigação de professores que procuram utilizar a tecnologia de forma consciente e reflexiva no contexto de seu trabalho como educador em Matemática. O objetivo da pesquisa foi alcançado, e ofereceu aos alunos e professores um conhecimento de que é necessário uma formação consciente e reflexiva a respeito da utilização da tecnologia ao contexto matemático, adequando as necessidades da sala de aula.
Síntese do artigo “Resolução de problemas potencializando processos formativos de professores que aprendem e ensinam em comunidade”, da Profª. Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskulin – Por Franciele B. F. Kestring.
ResponderExcluirNo texto, a autora coloca uma justificativa para pesquisar e discorrer sobre o assunto de ensino e aprendizagem da matemática utilizando como ferramenta as novas mídias e tecnologias. Neste enfoque, a Educação precisa ser abordada de forma mais próxima a todas as possibilidades de inovações metodológicas, tecnológicas, devendo-se ultrapassar os paradigmas do ensino tradicional.
Evidenciando os pressupostos teóricos a autora, além de explicar alguns conceitos sobre a aprendizagem colaborativa, também expõe concepções diferenciadas para o ensinar e o aprender.
A autora relata algumas experiências que, em geral, trouxeram e resultados e expectativas positivas quando do uso de chats, comunidades virtuais, fóruns, ambientes computacionais para mediar o ensino e a aprendizagem da matemática. Ela coloca que os ambientes computacionais sempre estão sugerindo ao indivíduo a busca de novos conhecimentos e proporcionando condições de repensar suas estratégias, criações heurísticas, permitindo a construção de novas ideias.
É apontada a situação, que considerei um ponto importante, de o aluno sentir-se socialmente integrado em uma comunidade virtual de aprendizagem matemática. Pesquisas estão mostrando que a influência das novas tecnologias pode ser bastante positiva.
A realidade das escolas vem, pouco a pouco, se encaminhando para uma inclusão tecnológica, apesar de ser de nosso conhecimento que em muitos locais é quase impraticável a realização de uma atividade nesse sentido porque sequer existem os computadores. Mas esse problemas, neste momento, não pode ser resolvido por nós, então vou tentar direcionar minha discussão para aqueles em que a realidade é um pouco mais “suave”.
Vejo que a realização de atividades envolvendo ambientes virtuais de aprendizagem podem, e devem, ser incentivadas e experimentadas por nós, professores. É uma aprendizagem tanto para os alunos quanto para nós (ao menos está sendo para mim). De qualquer maneira, não sou totalmente contrária ao método tradicional de ensino, acredito que possui sim alguns pontos que podem ser bem aproveitados.
Pela prática, percebo que é muito polêmica a questão de utilização de computadores no ensino de matemática, tanto quando se pensa em softwares específicos para matemática como em ambientes de forma mais geral, como um blog, um fórum, um chat etc. Basta lembrarmos como ainda é discutido sobre o papel da calculadora no ensino de matemática. Na mesma escola, para o mesmo nível, um professor permite e incentiva que o aluno use este instrumento, enquanto o outro professor proíbe até que os alunos apareçam com as calculadoras em sala. Então, se com uma ferramenta que já é tão utilizada e difundida, e que está na sociedade há tanto tempo há toda esta polêmica, imaginemos estas coisas que para muitos é novidade, muitos nunca ouviram falar em twitter. Eu mesma levei alunos de quinta série para o laboratório de informática e criei com eles um e- mail (nenhum aluno possuía numa turma de 37). Muitos nem sabiam o que era ou pra que servia. Então, colegas, vejamos o tamanho do nosso desafio!
Resolução de Professores Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades
ResponderExcluirProf.Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskulin
Por Luis Claudio Nogueira
Em um mundo dominado pelas mídias, internet e informações rápidas não se pode mais conceber um profissional de educação alheio as essas novas mídas, devendo ter um olhar mais aguçado sobre a sua prática pedagógica.
Entende-se que não há como ficar preso a processos tradicionais, pois deve ser inserido, sempre que possível, inovações onde as mídias estejam presentes. A utilização de computadores no ensino de matemática, softwares que ajudam na compreensão de conceitos matemáticos, ambientes de forma geral, chat, fórum, blog, etc permite que a aula ultrapasse as paredes da sala de aula dando um novo dinamismo ao processo de aprendizagem. Mas não fiquemos só na tecnologia das mídias eletrônicas. Há outras tecnologias que leva o ensino da matemática a ser mais concreto ao aluno fazendo ele interagir com objetos e pessoas. Trabalhar com resolução de problemas como uma atividade de design seria o ideal, mas sabemos que as amarras de um sistema tradicional conteúdista, que exige do profissional o cumprimento de etapas previstas torna essa prática quase impossível. Mas temos um desafio pela frente, que pelo menos possamos trazer algo que já é realidade há muito tempo para muito de nossos alunos: a tecnologia aliada a educação.
Lendo o artigo proposto e as sínteses dos participantes pude notar afala de que se precisa ter professores em constante formação não só na sua área de atuação mas de maneira mais universal possível.
ResponderExcluirAtualmente vejo nos colégios onde atuo uma certa desatualização do professor. Como sou um leitor meio que compulsivo posso dizer que tenho alguma cultura, que alguns acham meio que afetada.
Só recentemente tenho tomado contato mais amiude com as TICs, o que vivo lamentando por achar ser um pouco tarde. Creio que ainda haja tempo.
Em junho terminei o Módulo Intermediário do Curso de Mídias na Educação no eproinfo do MEC ministrado à distância pela UFPE e NCE/USP. Tomei conhecimento de vários temas interessantes que podem ser utilizados em sala de aula:Rádio - TV e vídeo - Mídia impressa, etc... Infelizamente a estrutura atual das escolas, tanto no físico quanto o pedagógico ainda deiza muito a desejar. Continuamos dando aulas tradicinais, pois a falta de equipamento e gritante. Sómente neste ano vamos ter uma sala de informática com monitores treinados para tocar o Acessa São Paulo
onde os alunos poderão realizar pesquisas que serão propostas pelos professores dentro de suas áreas.
Agora voltando ao artigo que enfatiza a resolução de problemas. Achei interessante pois é um assunto pelo qual tenho grande interesse e inclusive estou tentando participar com maior empenho do Grupo Polya da Universidade do Porto, mas a falta de tempo é o maior empecilho.
Como professor de Geometria em um cursinho pré-vestibular tenho notado que os alunos saem do Ensino Médio que que pré-silábicos nesse conteúdo. Não sabem resolver problemas simples.
Texto: Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidade. de MISKULIN, R.G.S.
ResponderExcluirSintese: Meiri Regiane Rosa
Estamos vivenciando hoje, que na educação não podemos ficar estagnados naquela realidade tradicional, pois as novas tecnologias, de informação e de comunicação estão cada vez mais presentes em todos os lugares. E nós, educadores de matemática, principalmente, temos que mudar nosso método de dar aula, para que um novo conhecimento se desenvolva, e que podemos aprender nessa nova educação também.
O artigo nos mostra as diferentes formas de rever a aprendizagem, como o conhecimento para a pratica, o conhecimento em pratica e o conhecimento da pratica. Explica-nos cada um dos temas acima, mostrando o desempenho de cada tipo de conhecimento e onde cada um deles pode ser aplicado na atualidade da sala de aula, como cada professor pode passar o conhecimento ao aluno e ao mesmo tempo aprender com ele. Essa nova metodologia de ensino aprendizagem em comunidade, pode fazer com que a sala de aula se transforme em ambiente de investigação, reflexão e re-significacao da própria pratica.
Na resolução de problemas como uma atividade design, o autor nos mostra a necessidade de se criar projetos, onde alunos criam suas estratégias próprias, ele sabe qual o objetivo pode ser atingido, ultrapassa conhecimentos antigos, cria suas regras, enfim , os alunos utilizam todas as possibilidades de raciocínio para realizar aquela tarefa, o que resulta em aprendizagem verdadeira.
Bom, vou registrar aqui o que ficou para mim. Entretanto pontuo que tive várias interrogações acerca do artigo e pontos que são abordados nele que gostaria de discutir em grupo, se for possível. Percebi o quanto sou "ignorante" neste assunto!
ResponderExcluirBom, primeiro gostaria de colocar que sou a iniciante das iniciantes no uso de tecnologias na educação e principalmente no que diz respeito à educação matemática.
Ao ler o título do artigo, o qual me agradou muito, criei uma breve imagem do que seria pontuado ao longo do texto. Expressões como “resolução de problemas”, “processos formativos”, “comunidades” eram conhecidas por mim, mas queria saber se neste contexto seria a mesma coisa ou se poderia estabelecer alguma relação.
Ao realizar a primeira leitura fiquei muito confusa com tantos termos desconhecidos os quais se constituíram em obstáculos no meu entendimento: E-TEAM, INSPIRATINO, TELEDUC, HAGÁ QUÊ,... Resolvi ler até o final para ter uma visão panorâmica e fazer uma segunda leitura.
Percebi que a resolução de problemas tratada no artigo foi proposta como uma atividade de design. E, se não estou equivocada, a atividade de design é compreendida como uma forma de resolver problemas que não segue uma ordem “enrijecida” de resolução. Que a situação e os sujeitos desenharão a(s) forma(s) de resolver problemas. Mas para isso a autora traz para o bojo das discussões e fundamentação teórica do que defende, as três concepções de aprendizagem de professores defendidas por Cochran-Smith e Lytle: connhecimento para a prática, conhecimento em prática e conhecimento da prática. No contexto da sua pesquisa, Miskulin defende que o "conhecimento da prática" é preponderante pois os professores fazem das suas aulas, espaços propícios a uma investigação intencional, ao mesmo tempo que o conhecimento e a teoria dos pesquisadores acadêmicos colaboram com suas reflexões e sua prática, possibilitando geração de conhecimentos e teorias deles próprios.
Senti falta de um exmplo prático de uma situação problema em matemática que mostrasse como se deu o processo de resolução de problemas por design. Esperei ver quais foram as discussões surgidas, como foram pensadas as situações,...
Para mim, o artigo tem "hiperlinks implícitos" pois quem não é conhecedor da área tem de interromper a leitura a todo momento e a leitura termina não sendo fluida. Possa ser que, com o passar do tempo e com os cursos que venho fazendo on line, possa ter a capacidade de compreender por completo um artigo como esse que para mim, ainda, tem um grau de complexidade grande.
Desculpe-me não poder contribuir com as discussões do artigo.
Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades. Profa. Rosana G. S Miskulin
ResponderExcluirO texto discute a relevância que as TICs vem assumindo no processo ensino-aprendizagem. Apresenta a resolução de problemas como elemento potencializador do processo formativo de professores que aprendem e ensinam em comunidades. Como referencial a pesquisadora apresenta três concepções de aprendizagem de professores segundo Cochram-Smith e Lytle (1999): conhecimento para a prática, conhecimento em prática e conhecimento da prática. A autora discute a Resolução de Problemas como uma atividade de Design, onde o aluno cria estratégias próprias, reavalia constantemente os objetivos, transpõe conhecimentos sobre a realidade, recorre a hipóteses e conjecturas de raciocínio indutivos e dedutivos. Miskulin destaca que, segundo Valente (1993), o Design envolve atividades como planejar, delinear, desenhar, esboçar, projetar, esquematizar, criar, inventar e executar. A Definição e elaboração dos problemas e seus objetivos são criados, elaborados pelos próprios alunos em interação com o professor, com seus pares ou com outras comunidades.
O texto discute aspectos teórico-metodológicos sobre a formação de professores reflexivos e conscientes, possibilitando fornecer uma visão crítica de como a tecnologia pode ser incorporada e utilizada no contexto da sala de aula no desenvolvimento de conceitos matemáticos.
A discussão proposta envolvendo a tecnologia como processo de formação envolvendo o conhecimento na/em prática, os aspectos teóricos e metodológicos por meio de interações e resolução de problemas coloca em evidência a importância do papel do professor como formador em busca de novos conhecimentos.
O texto “Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades” da professora Rosana Giaretta Sguerra Miskulin defende uma aprendizagem colaborativa como contribuição para as atividades de ensino. Isto a meu ver amplia o conceito de trabalho em equipe e para tanto surge a necessidade do uso da tecnologia na educação(TICs) de modo a possibilitar e facilitar esse processo.
ResponderExcluirA autora apresenta três concepções de aprendizagem dos professores (segundo Cochran-Smith e Lytle): conhecimento-para-a-prática (conhecimentos e teorias legitimados pela comunidade acadêmica para serem utilizados pelos professores da escola); conhecimento-em-prática (são aqueles advindos das práticas e reflexões que os próprios professores fazem sobre elas); conhecimento-da-prática (são aqueles nos quais os professores utilizam-se das salas de aula como locais de investigação, a partir de conhecimentos gerados por outros - do meio acadêmico - e, ainda, a partir do aprendizado colaborativo, em comunidades de investigação e/ou redes).
As experiências citadas pela autora têm, como eixo, a concepção conhecimento-da-prática a partir da resolução de problemas: atividades de design que relacionam-se com problemas do cotidiano dos alunos, problemas significativos e desafiadores.
Neste ponto gostaria de abordar a investigação matemática. Qual a possibilidade de se trabalhar neste ambiente de aprendizagem com a investigação matemática? Acredito que seria muito rico pois ajudaria o professor a criar ambientes ricos e desafiantes, permitindo que o aluno olhe o problema sob diversos ângulos (ao discutir com seus colegas e mediado pelo professor) e com isto se envolva na construção do conhecimento produzido ao resolver a atividade proposta.
O artigo que foi colocado para análise, coloca a resolução de problemas como caminho e suporte do trabalho com as TCIs em sala de aula, porem coloco-me em alerta quanto a preparação e treinamento dos professores que irão trabalhar com essa tecnologia.
ResponderExcluirTrabalho em uma escola onde temos um laboratório de informática com 30 computadores, porém as nossas salas de aula tem , aproximadamente, 45 a 50 alunos. A duvida que aparece é: como os professores irão trabalhar com essas tecnologias, já que nunca foram treinados para tal? E ainda temos as TVs, que no estado da Bahia foram colocadas em todas as salas de aula, porém todo o material a ser exibdo tem que ser convertido em software adequado, mas nenhum professor sabe fazer isso. As tvs estão sendo utilizadas como reprodutoras de video e não como deveriam ser. Sei que, atualmente, deveriamos estar devidamente preparados para utilizar essas ferramentas para um melhor aproveitamento das aulas de matemática, e outra também. Fica então a pergunta: sempre que resolvem "avançar" em tecnologias, não deveriam ser, os professores, os primeiros a serem treinados?
Toda proposta é válida, desde que funcione.
O que se tem lido é maravilhoso, mas temos visto que não funciona a contento na prática.
Sei também que não somos os únicos, mas isso deveria ser revisto.
Com o avanço da tecnologia produzindo robôs para as mais diversas necessidades da sociedade, além da nanotecnologia que tanto se espera no campo da medicina, a educação não poderia ficar de fora dessa revolução tecnológica.
ResponderExcluirSendo assim os professores como os mediadores dessa revolução em sala de aula, deverão modificar o modo de ensinar (tradicional), o ambiente (quadro de giz/lousa) e a forma de conduzir a aprendizagem. A interatividade se reforçará ainda mais nesse novo contexto.
“Os professores poderão criar na sala de aula contextos de ensino e aprendizagem, baseados em: cenários de Aprendizagem, aulas investigativas, narrativas e escrita em Matemática, aulas com projetos, comunidades de prática, cenários de investigação, comunidades virtuais, entre outros, nos quais os alunos possam transformar a informação, advinda de diferentes origens, mídias, livros, entre outros, em conhecimento, conhecimento matemático para ser utilizado no contexto escolar e fora dele. Tais contextos só poderão ser criados e viabilizados por meio de resolução de problemas”.
E uma das formas de viabilizarmos esses contextos através de resolução de problemas, baseia-se nas atividades de “desing” sugerida no texto: “Resolução de Problemas Potencializando Processos Formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades” da professora Rosana Giaretta Sguerra Miskulin.
OBS: Em razão de problemas constantes no meu PC, só consegui ler até um determinado ponto. A contaminação por um vírus que se hospeda no executável do pen drive (no trabalho) ocultou todas as pastas, além das quedas constantes de conexão do internet móvel.
Glaudson
Resolução de problemas potencializando Processos formativos de Professores que Aprendem e Ensinam em Comunidades
ResponderExcluirProfa. Dra. Rosana Giaretta Sguerra Miskulin
O texto relata sobre o avanço da tecnologia e da ciência tornando inconcebível que a Educação seja abordada de forma tradicional.Aborda a aprendizagem de professores em comunidades, explicitando distinções: “conhecimento para a prática”, ‘conhecimento em prática” e “conhecimento da prática”
A autora destaca a resolução de problemas como uma atividade “design”.
Atividades nas quais a definição e a elaboração dos problemas e seus objetivos são criados, elaborados e construídos pelos próprios alunos em interação com o professor e pesquisadores, portanto, achar e definir o problema é parte do “design”.
Há também a experiência no LAPEMMEC UNICAMP a qual abordou aspectos teórico-metodológicos sobre a inserção da tecnologia (TICs) no processo do professor e contextualizando a Educação Matemática nesse cenário, no qual a tecnologia está cada vez mais presente.